• Paulla Luna

    Gostei muitíssimo das dicas. Gostaria somente de tirar uma dúvida, acerca da enumeração dos parágrafos, devo fazer isso em toda extensão dos parágrafos constantes na minha peça? Agradeço.

    • carlos nobre

      Prezada Paula, Boa tarde.

      Eu não sou advogado, mas, fazendo uma Petição Inicial que eu estaria entrando com uma ação, solicitei ao meu tio uma ajuda na organização, e acabamos seguindo os mesmos passos citados acima. Para a minha surpresa, ficou parecido com a dica do Doutor Gustavo, e claro, a Petição foi aceita.

      Não sei se entendi a sua pergunta, no entanto, informarei conforme o meu entendimento.

      Na minha petição segui a ordem numérica sem nenhuma interrupção. Na parte do Pedido, coloquei a) ;b); c).

      EXEMPLO:

      DOS FATOS

      1. XXXXXXXXXXXXXXXXXX

      2. XXXXXXXXXXXXXXXXXX

      (…)

      DOS DIREITOS

      12. XXXXXXXXXXXXXXXXX

      13. XXXXXXXXXXXXXXXXX

      (…)

      DO PEDIDO

      a) xxxxxx

      b) xxxxxx

      c) xxxxxx

      (…)

      Enfim, a Petição ficou assim!

      Espero ter ajudado!

      Parabéns as dicas do Dr. Gustavo!!!!!

  • Orlando José Vieira

    Dr. Gustavo, mais que válidas suas dicas. Permita-me contrariar sua opinião quanto à fonte Times New Roman. Acredito que não há, ainda, alguém que possa aguentar sua cara vetusta e cansada, cansada, superada. Talvez, amigos meus, ao melhor estilo dos “zombeteiros, caluniadores e injuriosos” venham a dizer: “Orlandão, tem a sua cara”! Bem, o que posso dizer… Na verdade, fica na piada porque eles próprios, – os que sobrevivem – há muitos anos, aposentaram a “velha senhora”! Daqui pra frente é lero-lero, conversa fiada e você – Doutor Gustavo – é jovem e muito bem-intencionado. Parabéns e obrigado por abrir-me este espaço. Quem sabe, alegrar a alguns. Nessa senda, finalizo, mesmo, parafraseando e homenageando um rapaz difícil de não ser lembrado, Marcus Vinícius, que, certa vez pontificou (sobre a “Times New Roman”: “Que me perdoem as (fontes) feias, mas beleza é fundamental!”. “Mais poesia, menos sofrer, menos dor, mais amor!” (Zlao Yerovitch)