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  • http://advogadonocontrole.com.br/ Advogado no Controle

    teste

  • Siomara Campos

    Muito bom.Simples, objetivo e claro.
    Realmente isso é o básico que precisamos nas petições, e, como sempre, as bases precisam ser fortes na construção. Ademais, cada caso é único, e a petição vai de acordo com suas peculiaridades e o desenvolver do redator. Abraços

    • Francisco Yukio Hayashi

      Siomara, muito bom que você gostou. É exatamente isso, às vezes esquecemos do básico, mas sem uma fundação forte não podemos ir muito alto na construção. Um abraço e se ainda não seguiu nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/advogadonocontrole/. Assina nossa lista também para ficar sempre a par das novidades!

      • http://advogadonocontrole.com.br/ Advogado no Controle

        Francisco, a Siomara não somente assina a nossa newsletter como já nos respondeu muito gentilmente algumas mensagens. É leitora amiga do Advogado no Controle, não é verdade, Siomara? Abraço, Conrado

        • Siomara Campos

          Sim! Eu simplesmente amei o blog. Tenho até receio de compartilhar para que meus colegas se preparem mais e me vençam nas audiências kkkkk, mas prefiro correr esse risco, pois acredito que coisa que acrescenta deve ser divulgada. Grande abraço à equipe!

          • Francisco Yukio Hayashi

            Siomara, muito obrigado pelo carinho. Compartilhe, sim. Pense que os oponentes em uma audiência também podem virar parceiros em outras e que, afinal de contas, quanto mais profissionais qualificados atuando, mais qualificada ficará a Justiça. Uma grande abraço também!

  • Beth. Just me

    Eu aprendi elaborar petição inicial com meu pai, numa época que o escritório dele, onde eu trabalhava desde os 17 anos ainda não tinha computadores. Meu pai redigia as peças na máquina de escrever, nunca uma petição era cópia, era totalmente fundamentada e sucinta! Seu texto me lembrou exatamente essa época. Neste tempo eu estudava informática num curso técnico e ajudei ele a implantar computadores no escritório que era de contabilidade e ele atuava também como advogado nas áreas cível e trabalhista. Mas como velho advogado, ele se recusava a aprender usar o computador, numa fase ja avançada da informática no Brasil e parecia que só ele nao tinha computador no escritório, rs. Lembro que os advogados de outra parte, conforme meu pai me contava quando chegava no escritório apos uma audiência, muitas vezes elogiavam as peças por serem escritas à maquina e “limpas”. Depois de tanto brigar ele concordou que eu copiasse as petições dele no computador,e foi assim que eu aprendi na prática, pois ele sentava ao meu lado e ditava a peça pra mim! Hoje todos querem tudo pronto, Google salva vidas. Mas a dica do texto acima é imprescindível! Faça suas próprias petições, o aprendizado é diário! Claro que hoje temos a facilidade de encontrar modelos na internet, o que antigamente eram os livros de modelos, mas copiar peças pode ser um verdadeiro desastre, por outro lado.

    • Francisco Yukio Hayashi

      Beth, que história fantástica! Seu pai deve ter sido um tutor excelente. Se estiver gostando do nosso conteúdo, assine a nossa lista de e-mails para receber as últimas novidades e curta a nossa fanpage no Facebook: https://www.facebook.com/advogadonocontrole/. Seguimos na luta para aprender um pouco e melhor cada vez mais, dia após dia.

  • Davi Almeida

    Bom dia, Francisco Hayashi. Tenho 20 anos, estou no 4º período no curso de Direito e estou iniciando meu primeiro estágio, não-remunerado, no TJRN. Meu trabalho parece ser simples, apenas criar petições. Ainda vou começar a fazer isso, mas estou com muito medo, medo de errar, medo de não saber colocar meu entendimento em uma petição. Fico nervoso, suando frio só de imaginar. Já passei noites em claro, igual a de hoje, na internet pesquisando sobre formas de criar uma petição e o seu texto foi incrível e me ajudou bastante, mas ainda continuo com medo e nervoso. A solução para isso seria treinar, mas não sei como fazer isso. Gostaria de saber se existe algum meio para treinamento, algo parecido com uma atividade, no qual alguém conta um caso ilustrativo e eu possa criar uma petição em cima disso. Tenho medo de não conseguir, de passar vergonha ou não entender o que a pessoa está explicando. Se puder me ajudar, ficarei muito grato. Ah, e parabéns pelo site. É excelente!

    • Francisco Yukio Hayashi

      Olá, Davi!

      Fico feliz que você esteja gostando do nosso blog e que o texto tenha sido útil.

      Primeiro, o único jeito será praticar. E praticar de forma consciente. Ou seja, você precisa treinar elaborar petições, mas treinar com o intuito de melhorá-las, torná-las mais claras, mais sintéticas e mais convincentes. Não basta jogar as palavras no papel. É importante não apenas escrever, mas revisar, corrigir, buscar expressões mais claras. É preciso estar vigilante.

      Mas como praticar?

      Você já deu um primeiro e importante passo: arrumar um estágio.

      Tenha em mente que um estágio é um local de aprendizado. Com certeza ninguém espera um aluno do quarto período “pronto”. Os responsáveis deverão auxiliá-lo a aprender a executar o trabalho da melhor maneira. Assim, você terá uma grande oportunidade de praticar sua escrita. Se ninguém estiver disposto a ensiná-lo em seu estágio, este não é um bom estágio. Durante a faculdade, devemos aproveitar as oportunidades de estágio para aprender (eu sempre busquei estágios onde poderia adquirir novos conhecimentos e habilidades, e isso foi e é determinante na minha carreira)

      É claro, todos ficamos nervosos quando vamos iniciar uma atividade que não dominamos. Mas é melhor que você sofra as dificuldades agora, durante a faculdade, com o auxílio de colegas, professores e dos supervisores do TJRN, do que quando tiver que lidar sozinho com tudo isso em seu próprio escritório. Fique tranquilo que tudo dará certo.

      E parabéns pela sua iniciativa de assumir esse compromisso! Boa sorte no seu estágio.

      Agora, se você quiser treinar em casa, sugiro algumas vias:

      1º) Leia decisões judiciais, inclusive o “relatório” delas, onde o juiz resume o processo. O trabalho do advogado é análogo ao do juiz. Ele também trabalha com os fatos e normas. Se você tiver acesso a trabalhos de outros advogados, também o faça.

      Boas decisões judiciais e petições podem ser encontradas em toda parte. O site CONJUR costuma divulgar junto com as notícias a íntegra das decisões que são comentadas.

      É importante que esse processo não seja muito doloroso. Leia decisões judiciais que te instiguem, que te chamem a atenção, em resumo: que te deem vontade de “escrever igual”.

      E não precisa ser a última novidade. Eu, por exemplo, gosto muito do estilo do Nelson Hungria, um ministro do Supremo Tribunal Federal indicado pelo Getúlio Vargas e famoso penalista, por isso tenho um livro de votos dele, publicado pelo STF. Li vários votos e inclusive memorizei algumas frases (mas não gosto do estilo do Rui Barbosa e não gostaria de escrever igual ele).

      Se você gosta da Lava Jato, acompanhe as decisões do juiz Sérgio Moro, as petições dos advogados e as denúncias do Ministério Público Federal.

      Talvez você prefira as notícias do Supremo Tribunal Federal. Busque ler alguns votos, de ministros que você sinta uma compatibilidade de estilo (ler os acórdãos será muito trabalhoso, ultimamente, em casos de repercussão, os ministros têm se extendido muito nos votos, o que efetivamente prejudica a leitura deles).

      Enfim: leia o trabalho de outros profissionais. (Em seu estágio, se você tiver acesso a processos judiciais – e tiver tempo – leia algumas peças.)

      2º) Leia boa literatura. Como você viu no post, existem duas partes principais na petição: os fatos e o direito. Narrar o direito é, no mais das vezes, bastante simples e você aprenderá rapidamente lendo decisões judiciais e livros de doutrina. Entretanto, fazer uma boa narrativa dos fatos pode ser difícil. Quem é capaz disso? Ótimos escritores. Aprenda com eles. Portanto, não leia apenas livros jurídicos, mas leia poesia, teatro, contos, romances.

      3º) Use o dicionário. É fundamental ampliar seu vocabulário. Portanto, use o dicionário. Especialmente quando estiver lendo textos técnicos, não fique sem entender uma única palavra. Progressivamente, você irá aprender novas palavras e isso facilitará a escrita.

      4º) Domine as palavras de transição. Essa recomendação eu vi em um livro americano, mas quando comecei a estagiar eu já havia percebido a importância de dominar essas palavras. Por exemplo: por outro lado, bem como, nesse ínterim, ato contínuo, enfim, afinal, logo, então, assim… Com um grande repertório dessas palavras de transição fica mais fácil escrever. Em geral, nós temos facilidade para construir orações. Nossa dificuldade é combiná-las em um todo orgânico. As palavras de transição ajudam muito. Preste atenção como elas são usadas em textos jurídicos e na literatura em geral.

      5º) Pratique a escrita. Não precisa praticar apenas a redação de textos jurídicos. Você pode ter um diário, onde escreve alguns pensamentos, o que pode funcionar como um exercício. O seu caderno da faculdade pode ser escrito como um todo orgânico – ao invés de um amontoado de frases esparsas. Os trabalhos de faculdade e as provas são uma oportunidade de praticar. Fichamentos que os professores costumam pedir também. Além disso, o seu estágio deverá lhe dar oportunidades de praticar.

      Por fim, existem os livros de exercícios. Eu acho eles bastante maçantes. Só consegui utilizá-los para estudar para a prova da OAB – porque tinha uma finalidade específica e precisava praticar. Mas se você for muito disciplinado, podem funcionar.

      Diversas editoras possuem livros de exercícios, tanto de redação de petições (para advogados), como de redação de decisões judiciais (para futuros juízes). Esses livros costumam trazer um problema concreto e pedir que você apresente a solução. Talvez eles sejam muito avançados para você na parte jurídica. Mas você pode treinar “recontar” o enunciado, os fatos.

      E, voltando para o começo, preste atenção. Estar vigilante é fundamental. Nós temos diversas oportunidades de aprimorar nossa escrita. E a sua não é ruim. Vejo pelo seu comentário no blog. Está muito bem redigido, com português correto e claro.

      Acredito que suas dificuldades futuras poderão ser menos de escrita e mais de “direito”. Caso você sinta dificuldades, veja se o problema é de redação ou de Direito. Talvez, você precise ler mais a respeito do argumento que deseja sustentar, absorvê-lo, entendê-lo em profundidade, para então colocá-lo no papel. Eu, por exemplo, muitas vezes ficava travado para escrever alguma petição, mas não porque faltava capacidade de redação, e sim porque eu não sabia exatamente onde eu queria chegar.

      Rapidamente, era o que eu lhe diria Davi. Espero que seja útil. Boa sorte na sua nova empreitada!

      Curta nossa página no Facebook (https://www.facebook.com/advogadonocontrole) e assine nossa lista para ficar a par das atualizações.

  • Marcos Castro

    Texto ótimo. Exemplifica exatamente o que ele mesmo ensina: de maneira simples, curta e clara explicou tudo que precisamos para uma boa petição. Parabéns pela iniciativa e qualidade didática.

    • Francisco Yukio Hayashi

      Marcos, muito obrigado! Esse retorno positivo nos estimula a continuar produzindo material para o blog.

      Um grande abraço,

  • Leonardo Freitas

    Perfeito!

    • advogadonocontrole

      Muito obrigado, Leonardo!

    • Francisco Yukio Hayashi

      Muito obrigado, Leonardo!

  • Ricardo (Salvador/BA)

    Francisco, bom dia.
    Era o que eu estava procurando!
    Fico muito agradecido pela sua iniciativa.
    Sucesso!

    • Francisco Yukio Hayashi

      Olá, Ricardo!

      Fico muitíssimo contente pelo texto ter sido útil. Espero que isso também ocorra com outras publicações do blog. Fica o convite para assinar nossa lista de e-mail e receber sempre as últimas atualizações.

      Muito obrigado e sucesso para você também!

      • Ricardo (Salvador/BA)

        Acabei de me inscrever e baixei o e-book. Acho que estes passos me deixam na lista de e-mail do Advogado no Controle. Assinei o canal do Youtube também. 🙂

  • Wemerson Leandro de Luna

    Ótimo!

    • Francisco Yukio Hayashi

      Obrigado, Wemerson!

  • Fernando Albuquerque

    Francisco, é com uma imensa gratidão que venho aqui lhe agradecer pelo seu texto.
    Não sou advogado (sou motorista), mas amo a leitura. E até bem pouco tempo, buscava algo que pudesse me orientar e direcionar sobre como fazer uma petição inicial. Foi um desafio prazeroso demais pra mim, tendo em vista a perspectiva de redigir minha própria petição, apenas orientado pelo seu texto (ainda que eu não tivesse o conhecimento dos Fundamentos Jurídicos a serem acrescentados na petição).
    Você não imagina a minha satisfação de conseguir sozinho fazer a minha petição inicial (baseado em suas orientações), dar entrada no Fórum, encarar uma audiência de conciliação e, por fim, ter chegado até o juiz. E mais ainda; consegui ganhar a causa. Não consegui ficar rico *risos* (acredito que conseguiria algo melhor “financeiramente falando”, se eu fosse assessorado por um bom advogado), mas VENCI.
    O sentimento de satisfação, de realização pessoal, por ter conseguido passar por todas as etapas do processo, é algo que eu levarei pra vida toda, e não tem preço que pague isso. Até comentei com minha esposa que depois dessa vitória pessoal, eu iria estudar e ser um advogado! rs
    Meu amigo, muito obrigado por sua iniciativa e boa vontade em compartilhar conhecimento. Seu trabalho exposto aqui é de grande valia! E levarei pra vida toda essa experiência.
    Deus o abençoe grandemente!
    Abraços, Fernando.

    • Francisco Yukio Hayashi

      Olá, Fernando, fico muito grato também por ter participado dessa experiência! Você merece todos os louros por sua coragem e inteligência. Parabéns pela vitória e siga lutando pelos seus direitos. Comentários como o seu nos estimulam a seguir esse trabalho. Muito obrigado e Deus o abençoe também.

  • Advocacia Adalio Rodrigues Fre

    OTIMO

    • Francisco Yukio Hayashi

      Fico feliz que você tenha gostado, Dr. Adalio!

  • Priscilla Gomes Da Silva

    Ola, parabéns pelo texto, está ótimo, muito claro

    Muito obrigada

    • Francisco Yukio Hayashi

      Obrigado, Priscilla!

  • Luciano Salba

    Amigo, que maravilha!!!

    Muito bom o texto. As dicas são excelentes!
    Obrigado por compartilhar seu conhecimento com a gente!

    • Francisco Yukio Hayashi

      Fico muito contente pelo elogio. Para nós é muito gratificante compartilhar o conhecimento que realmente julgamos útil e importante!

  • Gabrielly Ianny

    Muito bom e muito pratico . Obrigada !!

    • Francisco Yukio Hayashi

      Obrigado por acompanhar o blog também, Gabrielly!

  • Daniel Chaves

    Muito bom !
    obrigado por compartilhar esse conhecimento.

    • Francisco Yukio Hayashi

      Ficamos muito felizes de compartilhar aquilo que sabemos e que isso realmente ajude os colegas! Obrigado!

  • Carolaine Amorim

    Parabéns pelo valioso texto!

    • Francisco Yukio Hayashi

      Obrigado, Carolaine!

  • Débora

    Boa noite Francisco,
    Adorei!
    Sou estudante de Direito e suas dicas foram fundamentais e de extrema importância para o meu aprendizado.
    Tenha a máxima certeza que estes ensinamentos passados de forma simples e objetiva, irão ficar guardados na memória.
    Parabéns e obrigada por contribuir por uma advocacia mais limpa, pessoal, eficiente e consequentemente um Judiciário mais célere.
    Abraços

    • Francisco Yukio Hayashi

      Olá, Débora, fico muito feliz de que o blog contribua com seu aprendizado! Devemos todos trabalhar para que os advogados sejam cada vez mais essenciais à Justiça.

  • Gabriel Gomes

    Deixando de lado todos os brocardos jurídicos, frases pomposas e, em minha opinião, “frescuras”: você é foda. Toda a elaboração do texto é sensacional, ao invés de deixar o estudante com sono, instiga. Parabéns.